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Edtechs contra as crises brasileiras

As iniciativas tecnológicas, conhecidas também como “startups”, nunca estiveram tão em alta como acontece atualmente. Com inúmeras escolas, faculdades e empresas oferecendo cursos de formação continuada, elas se tornaram uma esperança em meio à crise sanitária e econômica que passamos. Isso porque elas possibilitam aliar a criatividade com a tecnologia e gerar rendas e inovações. Entre elas, estão as Edtechs, ou seja, as tecnologias educacionais.

  1. As Edtechs no Brasil
  2. As Edtechs e a crise gerada pelo Corona vírus
  3. Afinal, quando a crise acabar, o EAD vai substituir o ensino presencial?
  4. Desafios que a EAD precisa superar diante da crise
  5. Conteúdo personalizado
  6. Experiência do aluno

O grande desafio das startups que unem educação e tecnologia é possibilitar boas experiências para os alunos ao mesmo tempo que garantem funcionalidade, segurança, aplicabilidade tecnologia e conteúdo personalizado.

Com anos de experiência nesse mercado, o CPET possui autoridade para falar sobre esse assunto e demonstrar como a educação pode ser uma forte base para enfrentar as crises que o Brasil passa.

As Edtechs no Brasil

Próximo ao término de 2019, o mercado de Edtechs cresceu 17% ao ano, tendo uma previsão, de acordo com o EdTechXGlobal & Ibis Capital, para lucrar 252 bilhões de dólares em 2020.

Atualmente, o Brasil possui mais de 400 Edtechs em todo o seu território, de modo que mais de 35% estão centradas no Estado de São Paulo e quase 60% estão localizadas na Região Sudeste.

São muitas empresas que utilizam softwares e serviços online para garantir cursos técnicos, cursos livres, de idiomas, licenciamentos de assinaturas, ferramentas de gestão e plataformas de ensino. O CPET é uma delas e se destaca por sua experiência no mercado e grande know-how.

As Edtechs e a crise gerada pelo Corona vírus

Apesar de todos os desenvolvimentos e avanços tecnológicos das últimas décadas, a sensação é que nenhuma escola estava preparada para substituir suas atividades presenciais e aplicar o ensino online inteiramente como aconteceu com a crise causada pela pandemia do Coronavírus.

Até mesmo as soluções tecnológicas já existentes como é o caso da educação híbrida não estavam preparadas para comportar tanto público como em 2020. Isso significa que muitas empresas e instituições de ensino foram tomadas de surpresa e tiveram que procurar, às pressas, soluções.

Aquelas empresas, no entanto, que já estavam preparadas e acostumadas com o ensino à distância, como é o caso do Centro de Profissionalização e Educação Técnica (CPET) tiveram muita vantagem. Com o conhecimento necessário para administrar conteúdos de qualidade, o CPET.

Para saber mais sobre esse tema, continue lendo a Parte 2 e entenda como as Edtechs são estratégias importantes para a sociedade em meio às graves crises econômicas e sanitárias que o Brasil enfrenta.

Devido à pandemia causada pela COVID-19 no mundo tudo, é inquestionável que as Edtechs tenham crescido tanto. Impossibilitadas de sair de casa e precisando manter o distanciamento social, as pessoas foram obrigadas a parar de frequentar escolas, universidades e demais formas de ensino presencial.

Com a preponderância do ensino à distância, no entanto, muitas dúvidas e problemas surgiram, sobretudo causadas pelo desconhecimento e pelo despreparo. Para evitar que isso se prolongue, o CPET utilizou o seu know-how para desenvolver esse texto explicativo e sanar muitas dúvidas.

Mais uma vez, o CPET se põe na vanguarda de debater sobre temas essenciais para o Brasil, demonstrando sua estima pela educação, sua capacidade de dialogar com a sociedade e de indicar soluções.

Com isso, damos um exemplo prático para nossos profissionais, apresentando diferenciais e aliando a teoria à prática.

Entre essas perguntas, muitos acreditam que o ensino à distância vai substituir plenamente o ensino presencial.

Afinal, quando a crise acabar, o EAD vai substituir o ensino presencial?

Apesar de ter sido intensificada ultimamente devido aos problemas causados pela pandemia de Corona vírus, essa pergunta não é nova. Desde o aprimoramento dos meios comunicacionais como a televisão e a internet, as pessoas se perguntam se a educação a distância (EAD) vai substituir o ensino presencial.

Com as crises sanitárias e econômicas, as instituições de ensino estão se atualizando necessariamente para se dividirem em aulas online, videoconferências e homeschooling (metodologia pedagógica em que o aluno é ensinado em casa por seus pais e tutores e precisa se encaminhar até uma instituição de ensino).

Ademais, também as universidades e instituições de ensino superior tiveram que recorrer obrigatoriamente ao ensino à distância, por meio de aplicativos e plataformas existentes no mercado ou por meio de suas próprias tecnologias, como o Moodle.

No entanto, em muitos casos, tudo isso não foi suficiente. Um número muito grande de alunos ficou sem o básico. Muitos estudantes não possuem recursos mínimos de áudio e vídeo, além da própria internet, para manter seus estudos virtuais.

Por isso, essa pergunta não pode ser respondida com um “sim” plenamente. As condições materiais no Brasil dificultam muito a substituição total do ensino presencial pelo ensino virtual.

Além disso, o ensino presencial possui também muitas vantagens que não devem ser desconsideradas.

O importante é saber distinguir as vantagens e desvantagens de cada uma dessas modalidades, sobretudo em determinados contextos sociais, como é o caso que vivemos em meio à pandemia de Corona vírus.

Por isso, os cursos técnicos disponíveis na internet, geralmente, contam com fóruns e grupos para esclarecer dúvidas, além de outros recursos. O CPET disponibiliza essas ferramentas e esses lugares para a participação e interação dos alunos.

O Centro de Profissionalização e Educação Técnica prioriza sempre a interação e a aprendizagem de seus alunos e, para finalizarmos nosso artigo, convidamos à leitura da terceira parte desse texto.

Independentemente de qualquer cenário, não existe nenhuma fórmula mágica. Mesmo as Edtechs possuem grandes desafios pela frente. Não apenas as questões materiais dos alunos impedem o pleno desenvolvimento da educação a distância.

Também iniciativas mal preparadas com tecnologias fracas ou impróprias para determinados objetivos são um grande problema. Ciente disso, o Centro de Profissionalização e Educação Técnica (CPET) desenvolveu a terceira do artigo Edtachs contra as crises brasileiras a fim de demonstrar os desafios existentes na educação a distância.

Desafios que a EAD precisa superar diante da crise

A crise do novo Corona vírus abriu muitos horizontes para a educação a distância. No entanto, também demonstrou os desafios muitos desafios que existem ainda nesse setor. Obviamente, eles devem ser superados para todos que querem uma educação de qualidade ao mesmo tempo que pretende se diferenciar no mercado profissional e educacional.

Para isso, é preciso deixamos bem evidente quais são alguns desses problemas e, com isso, compreendermos também como as Edtechs podem ser uma arma contra as crises econômicas e sanitárias existentes hoje no Brasil.

Um fato importante sobre as Edtechs é que nunca tivemos tantos estudantes nos ambientes digitais. Devido ao desenvolvimento tecnológico e ao cenário caótico da pandemia, a um número elevadíssimo de pessoas ficaram isoladas em suas casas sem a possibilidade de estudar. Com isso, também surgiram diversas reclamações relacionadas ao conteúdo, à usabilidade e à própria tecnologia das instituições de ensino.

Conteúdo personalizado

Se toda a engenharia da sua plataforma funciona adequadamente e está preparada para rodar com escalabilidade, é hora de entender que conteúdo é rei. E que não existe um único jeito de ensinar e de aprender.

Portanto, atenda seu público-alvo com conteúdos feitos para eles. Crianças aprendem de um jeito, adolescentes de outro, adultos de outro e tudo precisa ser produzido pensando em garantir a “fome do saber” que o escritor Rubem Alves tanto dizia em suas obras.

Experiência do aluno

Nunca se falou tanto em educação a distância e Edtechs como aconteceu nos últimos meses. Para as Edtechs, isso foi extremamente importante, pois demonstrou a diferença entre aquelas plataformas que possuíam a vantagem da ciência de que muitos horizontes podem ser explorados.

Dessa forma, elas criaram caminhos de aprendizagem inovadores com o objeto de se voltar para o estudante e fazer com que ele tenha a melhor experiência possível. Para isso, é preciso também conseguir a retenção desses estudantes; ou melhor, ter a atenção deles.

Por isso, o investimento em podcasts, vídeos, dicas de livros, artigos científicos, fóruns de discussão, dinâmicas de grupo, debates e toda interação possível cresceu vertiginosamente. O CPET já tinha a consciência de muitos desses recursos e os utilizava frequentemente, o que demonstra que estamos a um passo à frente de muitas Edtechs que somente agora e por obrigação estão adentrando na educação a distância.

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13 de maio de 2021
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